Secretaria da Mulher promove dia de cidadania para trabalhadores rurais
Homens e mulheres do campo de quatro municípios alagoanos foram beneficiados com exames sanguíneos, orientações educativas sobre drogas e DST/Aids e expedição da Carteira de Trabalho.
Viviane Chaves
A Secretaria da Mulher, da Cidadania e dos Direitos Humanos beneficiou com um dia de cidadania, nesta sexta-feira, em Murici, 150 trabalhadores e trabalhadoras rurais ligadas à Federação dos Trabalhadores da Agricultura (Fetag) dos municípios de Messias, Branquinha, Murici e União dos Palmares. Eles tiveram a oportunidade de fazer exames sanguíneos para verificação de glicemia e tipo sanguíneo, receberam orientações educativas sobre drogas, combate à dengue, DST/Aids, e ainda retiraram Carteira de Trabalho, oferecida pela Delegacia Regional do Trabalho (DRT).
As mulheres realizaram exame preventivo no Programa Saúde da Família (PSF) das suas cidades. Este foi o segundo dia de ação em Murici. Na quinta-feira, as mesmas atividades beneficiaram camponesas de assentamentos da Zona da Mata e cerca de 100 crianças.
Uma vasta programação tomou conta do colégio Governador Lamenha Filho. A coordenadora estadual de Mulheres da Fetag, Rilda Maria Alves Jenuíno considerou a iniciativa como uma consolidação da parceria da instituição com o governo do Estado e da Prefeitura Municipal de Murici, nunca existente, segundo ela. “É uma oportunidade que eles têm de ter acesso a discussões importantes e presentes na vida de todos, como DST/Aids. Muitas dessas pessoas nunca têm acesso a serviços básicos de saúde e esse momento trouxe a oportunidade. Espero que essa seja apenas a primeira de uma série de ações para beneficiar trabalhadores e trabalhadoras rurais da Fetag”, considerou.
Maria Cícera, do assentamento Pacas, em Murici, tem 33 anos e apesar dos quatro filhos, há oito anos não vai ao médico fazer exames preventivos. Para ela e duas amigas que a acompanharam nos exames, essa oportunidade deve ser bem aproveitada. “O acesso à saúde é caro e difícil porque onde moramos não é fácil conseguir requisição para médicos”, avaliou a agricultora.
A diretora de Promoções de Políticas para a Mulher, Alessandra Torres, promoveu uma palestra educativa sobre violência contra a mulher e Lei Maria da Penha, com o objetivo de orientar os participantes sobre seus direitos.
As mulheres realizaram exame preventivo no Programa Saúde da Família (PSF) das suas cidades. Este foi o segundo dia de ação em Murici. Na quinta-feira, as mesmas atividades beneficiaram camponesas de assentamentos da Zona da Mata e cerca de 100 crianças.
Uma vasta programação tomou conta do colégio Governador Lamenha Filho. A coordenadora estadual de Mulheres da Fetag, Rilda Maria Alves Jenuíno considerou a iniciativa como uma consolidação da parceria da instituição com o governo do Estado e da Prefeitura Municipal de Murici, nunca existente, segundo ela. “É uma oportunidade que eles têm de ter acesso a discussões importantes e presentes na vida de todos, como DST/Aids. Muitas dessas pessoas nunca têm acesso a serviços básicos de saúde e esse momento trouxe a oportunidade. Espero que essa seja apenas a primeira de uma série de ações para beneficiar trabalhadores e trabalhadoras rurais da Fetag”, considerou.
Maria Cícera, do assentamento Pacas, em Murici, tem 33 anos e apesar dos quatro filhos, há oito anos não vai ao médico fazer exames preventivos. Para ela e duas amigas que a acompanharam nos exames, essa oportunidade deve ser bem aproveitada. “O acesso à saúde é caro e difícil porque onde moramos não é fácil conseguir requisição para médicos”, avaliou a agricultora.
A diretora de Promoções de Políticas para a Mulher, Alessandra Torres, promoveu uma palestra educativa sobre violência contra a mulher e Lei Maria da Penha, com o objetivo de orientar os participantes sobre seus direitos.
